Resenhas


sobre a Nephelibata na Société Marcel Schwob da França



Au Brésil
Les livres de Marcel Schwob ont aussi rencontré des lecteurs brésiliens. Trois d’entre eux bénéficient déjà d’une traduction : Le Livre de Monelle (O livro de Monelle, ed. Hedra), Vies imaginaires (Vidas imaginarias, ed. Cia das Letras), La Croisade des enfants (A cruzada das crianças, ed. Iluminuras). C’est ce que nous apprend CAMILO PRADO, passionné de littérature française, traducteur et éditeur indépendant – Ediçoes Nephelibata – de sensibilité anarchiste. Titulaire d’une thèse sur Villiers (Tribulat Bonhomet), ce « lecteur fou » a en outre dévoré passionnément Nerval, Gautier, Mérimée, Barbey, Maupassant, Richepin, Bloy, Huysmans, Dujardin, Lorrain, Mirbeau, Schwob, Rodenbach, Eekhoud… Après avoir traduit Rodenbach et Villiers (Claire Lenoir), il a entrepris de traduire et de publier Marcel Schwob. Cet automne paraît aux éditions Nephelibata, dans la collection « Nimbus », un recueil de vingt contes tirés de Cœur double et du Roi au masque d’or, sous le titre A cidade adormecida e outros contos fantasticos. De plus, Camilo Prado prépare une anthologie du décadentisme qui comprendra un conte de Schwob, et a pour projet de traduire et de réunir en un petit volume les trois dialogues de Spicilège : « L’art », « L’amour » et « L’anarchie ».
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Você não entendeu? Segue então uma tradução:
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No Brasil
Os livros de Marcel Schwob também encontraram leitores brasileiros. Três deles já se beneficiam de uma tradução: O livro de Monelle, ed. Hedra, Vidas imaginárias, Cia das Letras, A cruzada das crianças, ed. Iluminuras. É o que nos informa Camilo Prado, apaixonado por literatura francesa, tradutor e editor independente – Edições Nephelibata – de sensibilidade anarquista. Titular de uma tese sobre Villiers (Tribulat Bonhomet), esse "leitor insano", além do mais, tem devorado apaixonadamente Nerval, Gautier, Mérimée, Barbey, Maupassant, Richepin, Bloy, Huysmans, Dujardin, Lorrain, Mirbeau, Schwob, Rodenbach, Eekhoud... Após ter traduzido Rodenbach e Villiers (Claire Lenoir), empreendeu a tradução e publicação de Marcel Schwob. Neste outono aparece pelas Edições Nephelibata, na coleção "Nimbus", uma seleção de vinte [são doze!] contos retirados de Coração duplo e do Rei da máscara de ouro, com o título de A cidade adormecida e outros contos fantásticos. Além disso, Camilo Prado prepara uma antologia do decadentismo onde constará um conto de Schwob, e tem o projeto de traduzir e de reunir em um pequeno volume três diálogos de Spicilège: "A arte", "O amor" e "A anarquia".

Notas:
Claire Lenoir, a bizarra novela de Villiers de L'Isle-Adam, onde aparece pela primeira vez o famoso Doutor Tribulat Bonhomet, deve sair até o final deste mês de outubro – pela Nephelibata, obviamente.

O volume "A arte, o amor e a anarquia" de Schwob, três diálogos sobre os três temas, assim como A Antologia Nephelibata de Contos Decadentes franceses, deve sair, no máximo, ali por março do ano que vem. Nessa antologia, além de Marcel Schwob, o leitor encontrará contos de J. Richepin, Remy de Gourmont, Maurice Rollinat, Mirbeau, entre outros, pela primeira vez traduzidos no Brasil.

Após esta antologia de Contos Decadentes franceses, haverá de sair também uma de Contos Decadentes Brasileiros, na qual já trabalho e onde estarão alguns autores dos quais você também "nunca ouviu falar"...

C.P.

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